25 de Maio de 2024

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POLÍCIA Quinta-feira, 28 de Novembro de 2019, 10:54 - A | A

Quinta-feira, 28 de Novembro de 2019, 10h:54 - A | A

VIOLÊNCIA CONTRA MULHER

Médico acusado de violência doméstica é preso pela 3ª vez no ano em Cuiabá

G1

O médico Emilson Miranda Júnior, de 30 anos, que responde a diversos processos por violência doméstica, em Cuiabá, foi preso novamente nessa quarta-feira (27), na capital. O processo, que consta o motivo da prisão, corre em segredo de Justiça. É a terceira vez que ele é preso em 2019.

A prisão ocorre uma semana depois dele ser solto no dia 21 por decisão judicial. Na outra ocasião, ele estava preso desde o dia 12 de novembro, em Cuiabá, suspeito de ameaça e lesão corporal contra uma mulher.

Na semana passada, Emilson recebeu tornozeleira eletrônica e foi proibido de se aproximar da vítima, que ganhou um botão de alerta.

A prisão da quarta-feira foi feita pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM).

A assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) informou  que o médico passou por audiência de custódia com a juíza Ana Graziela Vaz de Campos na quarta-feira.

É a mesma juíza que concedeu a soltura dele na semana passada.

No entanto, não há mais detalhes porque o processo tramita em segredo de Justiça.

Ele responde a vários processos por violência doméstica e tinha sido preso outra vez, em fevereiro deste ano, onde ficou pouco mais de um mês preso.

 

Outros casos

Ele responde a outros inquéritos instaurados pela Delegacia da Mulher de Cuiabá.

Em fevereiro, ele foi preso por agredir a namorada e ameaçar a filha dela. Na denúncia, a namorada do médico contou que estava na casa do namorado quando começaram a discutir. Logo em seguida, segundo ela, o médico teria dado vários socos na cabeça e na boca, além de puxões de cabelo e tapas.

O médico teria falado ainda que se ela contasse para o ex-marido, que é juiz da Vara Especializada de Violência Doméstica, iria matá-la e cortar a filha dela “em mil pedaços”.

Emilson já responde a dois processos por violência doméstica. Em um dos casos, a vítima conseguiu medida protetiva contra ele.


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