26 de Junho de 2019

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Terça-feira, 28 de Maio de 2019, 16h:15 - A | A

SINDICATO

Sindicato alega que aumentou em 42% o número de funcionários doentes em hospital de Cuiabá por excesso de trabalho

G1

Foto: Hospital J[ulio Müller/Divulgação

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O Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso (Sintuf-MT) afirmou, por meio de publicação, que aumentou em 42% o número de funcionários do Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM) afastados das atividades devido a doenças causadas pela jornada de trabalho excessiva.

São 50 trabalhadores, em sua maioria técnicos de enfermagem, técnicos de laboratório, enfermeiros, entre outros, que estão impossibilitados de trabalhar e atender a população.

Conforme resoluções internacionais, em especial da Organização Mundial da Saúde, o regime de trabalho em hospitais deve ser de no máximo 30 horas semanais (devido à complexidade, riscos de contaminação da saúde do trabalhador, estresse, continuidade nos finais de semana, feriados, e outros agravantes). A escala de 30 horas funcionava no HUJM há mais de 15 anos. Porém, a jornada de 40 horas semanais foi implantada desde 01 de abril de 2019 pela Portaria nº 115/2019 da direção da Ebserh, empresa que administra o HUJM sob tutela da Reitoria da UFMT. Ela atinge especificamente os trabalhadores estatutários, que são vinculados à UFMT, que somam 300 profissionais.

Um dos principais argumentos da Ebserh para mudança no regime de trabalho de 30 horas para 40 horas é a redução do Adicional de Plantão Hospitalar (APH).

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