19 de Junho de 2019

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Quarta-feira, 12 de Junho de 2019, 09h:36 - A | A

JOGO DO BICHO

Suspeito de atuar como arrecadador de grupo acusado de comandar 'jogo do bicho' em MT se entrega à polícia

G1

Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/GCCO

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O suspeito de atuar em grupo ligado a Fedrerico Muller Coutinho, investigado por movimentar o "jogo do bicho" no estado, se apresentou à polícia, nesta terça-feita (11), em Cuiabá.

Ronaldo Guilherme Lisboa dos Santos seria o arrecadador do dinheiro das apostas feitas pelos clientes, na região do Bairro CPA. Ele estava com mandado de prisão em aberto.

Ele é alvo da operação Mantus, deflagrada pela Delegacia Especializada de Fazenda e Contra a Administração Pública (Defaz) e Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), para apurar a conduta de duas organizações criminosas envolvidas com o jogo no bicho.

Depois de interrogado, o suspeito foi encaminhado para audiência de custódia.

Operação Mantus

A Operação Mantus foi deflagrada pela Delegacia Especializada de Fazenda e Crimes Contra a Administração Pública (Defaz) e pela GCCO para o cumprimento de mandados expedidos pelo juiz da 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá, Jorge Luiz Tadeu.

As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, Várzea Grande e em mais 5 cidades do interior do Estado.

As investigações iniciaram em agosto de 2017, conseguindo descortinar duas organizações criminosas que comandam o jogo do bicho em Mato Grosso e que movimentaram em um ano, apenas em contas bancárias, mais de R$ 20 milhões.

 
O empresário Frederico Muller Coutinho foi ouvido nesta quarta-feira (5) — Foto: Ianara Garcia/TVCA

O empresário Frederico Muller Coutinho foi ouvido nesta quarta-feira (5) — Foto: Ianara Garcia/TVCA

 

Frederico Müller Coutinho

 

O empresário Frederico Müller Coutinho é um dos delatores da Operação Sodoma, que investigou fraudes que resultaram na prisão do ex-governador Silval Barbosa.

Müller trocava cheques no esquema e chegou a passar dinheiro para o então braço direito do ex-governador. Os cheques teriam sido emitidos como parte de um suposto acordo de pagamento de propina ao grupo político do ex-governador.

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