Mato Grosso

14/01/2019 10:43 OLHAR DIRETO

Servidores da Saúde definem paralisação caso Mauro Mendes não quite salários até 11 de fevereiro

Os servidores da saúde pública de Mato Grosso decidiram determinar estado de Assembleia Permanente a fim de forçar o diálogo com o Governo do Estado sobre o pagamento dos salários, que precisou ser escalonado neste mês. Com o anúncio prévio de que em fevereiro o pagamento do funcionalismo, ao que tudo indica, também será feito de forma parcelada, a categoria já anunciou que, caso a folha salarial não esteja quitada até o dia 11 do mês seguinte, será realizada uma paralisação de 24 horas.

 “Com verba alimentícia não se brinca. Se prioriza! Não aceitaremos mais atrasos. E mesmo se alguns receberem por faixa o espírito de solidariedade da nossa categoria será o diferencial de todos na luta por mais respeito. E diante disso os quase 6 mil servidores públicos da saúde deliberaram pela construção da greve por tempo indeterminado”, disse Oscarlino Alves, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde de Mato Grosso (SISMA/MT).


Durante a reunião que deliberou pela paralisação, na última s
exta-feira (11), ficou estabelecido que a paralisação será deflagrada em todo Estado, no dia 12 de fevereiro, abrangendo unidades ambulatoriais, hospitalares e administrativas, mantendo o efetivo de 30% da Urgência e Emergência, e desmarcando todos os procedimentos eletivos.


O governador Mauro Mendes (DEM) anunciou, no início deste mês, que o salário dos servidores do Estado referente ao mês de dezembro do ano passado seria escalonado até o dia 30 de janeiro. Em nota, o democrata informou ainda que o parcelamento do 13º salário remanescente de 2018 só deverá ser quitado em abril. Outra novidade anunciada pelo governador trata do décimo terceiro salário de 2019, que será pago a todos os servidores, ativos e inativos, somente no mês de dezembro do corrente ano.


Mauro Mendes recebeu o Governo no dia 01 de janeiro sem dinheiro em caixa para o pagamento da folha salarial referente a dezembro, quando Pedro Taques (PSDB) ainda era governador. Isto porque, há dois anos, a arrecadação do recurso utilizado para pagar os servidores vem sendo feito nos primeiros dez dias do mês subsequente ao trabalhado.


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