Economia

14/01/2019 09:46

Investigações do caso Ortolan devem  prosseguir nessa semana na Delegacia Fazendária

 
Um dos casos mais emblemáticos para que a Polícia resolva, e que envolve suspeita de falsificação de documentos, para se beneficiar dos bens de um falecido, o Caso Ortolan, as investigações podem prosseguir nessa semana, segundo informações da Delegacia de Polícia Civil que investiga casos de Estelionato no Estado de Mato Grosso, localizada no Centro Integrado Segurança e Cidadania, os chamados CISC’s, no Bairro do Planalto. As investigações prosseguem após toda a estrutura da segunda Delegacia de Policia da capital, passar por reforma completa, dando nova estrutura a central policial. “A reforma do prédio deste delegacia já era pleiteada por nós policiais, que há anos  necessitava”, confirma o escrivão de polícia Messias de Souza, o qual é o responsável pelo inquérito do caso Ortolan, e responsável por outros mil inquéritos, em andamento ou que foram abertos nos últimos meses. Segundo ele o procedimento inicial agora será o de intimar as partes, localizando os endereços dos envolvidos, local de trabalho ou logradouros ou mesmo trabalho. Pelo inquérito devem ser  intimados e ouvidos pelos menos 7 pessoas, além de da viúva e empresária Cláudia Mussoni Ortolan, viúva, e Ronildo Ortolan, pai do falecido advogado Alex Montanari Ortolan, suspeitos de falsificar assinaturas de documentos públicos e assinaturas em reconhecimento de firmas falsas. “Mesmo diante das dificuldades de pessoal estamos firmes trabalhando, e ainda com salários atrasados, continuando a nossa missão para servir a sociedade”, destaca o escrivão Messias, confirmando que existem colegas na mesma delegacia com até 3 mil inquéritos sendo trabalhados ou em andamento. A reabertura do inquérito, que apura falsificação de assinatura no caso Ortolan,  foi determinada pela Corregedoria geral de Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por meio do juiz corregedor e diretor do foro de Cuiabá, Aristeu Dias Batista Vilella, por meio do pedido de providências 4307-66.2015.811.0041, de12 de março deste ano. A coordenadora das Promotorias Criminais de Cuiabá, Ana Cristina Bardusco Silva deve designar , o promotor criminal que cuidará do inquérito. O Jornal Centro Oeste Popular vai acompanhar mais esse mistério do mundo empresarial, e quem segundo as investigações, um homem morto teria voltado do além para assinar papeis, depois partir de novo.  A morosidade e dificuldade, para apuração dos fatos, em suspeita de caso de estelionato, tem sido presente para os delegados que trabalham na Delegacia. Em reunião para solicitação de reinstalação de uma Delegacia de Estelionato da capital, feita ao Conselho Superior de Policia Judiciária Civil ocorrida em maio passado, teve a solicitação negada elo Conselho Superior de Policia. Alegação do Conselho; “Não dispõe de estrutura física, previsão orçamentária e efetiva para criação de uma Unidade Policial”, a decisão consta em ata015/2018. Toda sociedade espera agora com a nova estrutura da delegacia reformada, que o efetivo policial volte a tona com sua missão, e investigar e prender e tirar  da sociedade, os meliantes que ainda estão convivendo com pessoas de bens. Não só do caso Ortlan a sociedade espera resposta, mais dos milhares de inquéritos que estão parados e amontoados nas salas de escrivão de polícia do referido Centro Integrado Segurança e Cidadania, os chamados CISC’s .
Enteda o Caso:
Inquérito policial vai apurar responsabilidades pela falsificação de assinatura do advogado, de escreventes e selos do cartório do 7º Ofício em Cuiabá
A empresária Cláudia Mussoni Ortolan, viúva, e Ronildo Ortolan, pai do falecido advogado Alex Montanari Ortolan, estão sendo investigados pelo Ministério Público Estadual e pela Polícia Civil por suspeita de falsificação de documentos públicos e assinaturas em reconhecimento de firmas falsas. As falsificações ocorreram em documentos de alteração societária da empresa ALX Consultoria e Negócios Ltda. feita em agosto de 2014.
A abertura de inquérito foi determinada pela Corregedoria geral de Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por meio do juiz corregedor e diretor do foro de Cuiabá, Aristeu Dias Batista Vilella, por meio do pedido de providências 4307-66.2015.811.0041, de12 de março deste ano. A coordenadora das Promotorias Criminais de Cuiabá, Ana Cristina Bardusco Silva deve designar nos próximos dias, o promotor criminal que cuidará do inquérito. 
A investigação criminal contra a viúva de Alex Ortolan, falecido em junho do ano passado, e o pai do advogado é resultado de uma denúnciafeita com exclusividade pelo jornal CO Popular em dezembro de 2014 (veja as capas nesta página). O caso foi posteriormente levado à Justiça pela escrivã titular do Cartório do 7º Ofício da Capital, NilzeteAsvolinsque.
Após publicação da primeira reportagem sobre as suspeitas de que a assinatura de Alex Ortolan em uma alteração de contrato societário da empresa ALX Consultoria e Negócios Ltda era falsa, o documento havia sido feito 60 dias depois da morte do mesmo, NilzeteAsvolisque determinou uma minunciosa busca no cartório e localizou  uma cópia do documento que originou a falsificação.
Asvolinski contou na ocasião à reportagem do CO Popular e do Brasil Notícia que  CláudiaMussoniOrtolan e Ronildo Ortolan estiveram no Cartório no dia 25 de agosto de 2014 e reconheceram suas respectivas firmas no contratado de alteração societária da ALX Consultoria e Negócios Ltda., uma das empresas do advogado.
“Naquele dia, não houve reconhecimento da firma do falecido Alex Ortolan no documento original. Até porque isso seria impossível, pois ele havia morrido há mais de 60 dias e isto estava anotado em suas fichas e em nosso sistema. Assim, não resta dúvida de que o documento levado à Junta Comercial teve o selo falsificado a partir deste documento original, assim como as assinaturas das escreventes também foram falsificadas de forma grosseira”, afirmou a escrivã mostrando à reportagem os documentos originais.

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